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Por Dra. Milene Massucci Bissoli — CRM 125007 SP | RQE 57203 · Otorrinolaringologista com foco em Otorrinopediatria e Foniatria · São Paulo/SP · Publicado em 06/05/2026 · Última atualização em 06/05/2026

Adenoide aumentada em crianças é, sem dúvida, um dos motivos que mais leva pais ao meu consultório. Eles chegam com a mesma cena: a criança ronca à noite, dorme de boca aberta, acorda cansada, vive resfriada, e os pais começaram a desconfiar que tem alguma coisa diferente. Quase sempre, vieram parar aqui depois de meses ouvindo “deixa que melhora com a idade” e percebendo que, na prática, o filho continua respirando pela boca, agitado durante o sono, e às vezes até com queda no rendimento escolar. Quando essa história aparece, eu costumo dizer aos pais: vocês estão certos em ter notado. Esses sinais merecem investigação.

Neste texto, eu queria conversar com vocês sobre o que é a adenoide, por que ela cresce, quais sinais valem atenção, como fazemos o diagnóstico e como pensamos o tratamento. Tudo a partir do que vejo no dia a dia atendendo crianças, e ancorado em fontes oficiais brasileiras e internacionais.

O que é a adenoide e por que ela cresce na infância

A adenoide é um tecido linfoide localizado na nasofaringe — a região logo atrás do nariz, onde a passagem de ar se conecta com a garganta. Junto com as amígdalas, ela faz parte do chamado Anel Linfático de Waldeyer, que é uma das primeiras estruturas de defesa do corpo contra vírus, bactérias e alérgenos que entram pelas vias aéreas superiores. Em outras palavras: a adenoide tem função imunológica e existe por um motivo.

O que muitos pais não sabem é que a adenoide cresce naturalmente nos primeiros anos de vida e atinge o pico de tamanho por volta dos 5 a 6 anos de idade, segundo a Sociedade Brasileira de Pediatria. A partir daí, o tecido tende a involuir e ir diminuindo entre os 8 e 9 anos, podendo quase desaparecer na adolescência. Ou seja: existe um período da infância em que ter uma adenoide proporcionalmente grande é esperado.

O problema aparece quando essa adenoide cresce desproporcionalmente e começa a obstruir a passagem de ar. Isso costuma acontecer em resposta a infecções de repetição, alergias respiratórias e exposição a irritantes ambientais. Aí entra a história clínica que mais escuto no consultório: “Doutora, ele vive com o nariz entupido e dorme de boca aberta há meses”. Esse é, geralmente, o ponto em que a adenoide deixa de cumprir só seu papel de defesa e passa a comprometer a respiração, o sono e o desenvolvimento da criança.

Adenoide aumentada: quando deixa de ser passagem normal e vira problema

Quando falo em adenoide aumenta em crianças, ou hipertrofia de adenoide, me refiro à situação em que esse tecido cresce o suficiente para obstruir a nasofaringe e gerar sintomas. Não é o tamanho absoluto que define o problema — é o quanto da via aérea está sendo ocupada e o quanto a criança está sentindo na rotina dela. Uma adenoide pode ser “grande” em uma criança e ela continuar respirando bem; em outra, com volume parecido, já causar obstrução importante.

Meu filho está respirando pela boca. Pode ser adenoide aumentada?

A respiração bucal é um dos sinais mais frequentes de adenoide aumentada em crianças. Quando a adenoide bloqueia a passagem de ar pelo nariz, a criança vai progressivamente trocando a respiração nasal pela bucal, especialmente durante o sono. Outras causas — rinite alérgica, desvio de septo, hipertrofia de cornetos — precisam ser avaliadas em conjunto, e essa investigação é parte da consulta com o otorrinopediatra.

Costumo conversar com os pais sobre isso usando uma comparação simples: imaginem que toda vez que vocês forem respirar, alguém colocasse uma rolha parcial no fundo do seu nariz. É exaustivo. A criança não consegue verbalizar isso, mas o corpo dela mostra — pela boca aberta, pela voz fanhosa, pelo cansaço durante o dia.

Sinais de adenoide aumentada que vejo nos pais que vêm me consultar

Quando a obstrução pela adenoide se mantém por meses, ela deixa marcas no comportamento, no sono e até no rosto da criança. Esse conjunto de sinais costuma ser o que faz os pais finalmente buscarem avaliação. Os mais comuns que reconheço no consultório são:

  1. 1. Respiração predominantemente bucal, em vigília e principalmente durante o sono.
  2. 2. Ronco frequente, alto, às vezes com pausas respiratórias e sono agitado.
  3. 3. Voz fanhosa ou levemente nasalada (a famosa “voz de quem está sempre resfriado”).
  4. 4. Nariz entupido crônico, sem necessariamente ter secreção.
  5. 5. Otites de repetição ou sensação de ouvido tampado.
  6. 6. Sinusites recorrentes e infecções respiratórias frequentes.
  7. 7. Cansaço diurno, sonolência ou irritabilidade, sem causa aparente.
  8. 8. Queda de rendimento escolar, dificuldade de concentração, hiperatividade — são alterações descritas pela própria SBP como possíveis consequências da obstrução crônica.
  9. 9. Mau hálito persistente, lábios rachados, boca seca pela manhã.
  10. 10. Mudanças na arcada dentária: palato em ogiva, dentes incisivos protruídos — o que chamamos de “fácies adenoidiana”. Muitas vezes é o ortodontista que percebe primeiro.

otorrino explicando sobre a adenoide auemntada para os pais da criança

Quando os pais me trazem três, quatro desses sinais juntos, eu já entendo que precisamos investigar com calma. Não significa que vai ser cirurgia — significa que vale a pena olhar a fundo. E aqui já adianto algo que costumo dizer logo na primeira consulta: muitos pais chegam carregando uma culpa de não ter percebido antes. Essa culpa é desnecessária. Vocês estão aqui agora, e isso é o que importa.

Como saber se a adenoide do meu filho está grande?

O diagnóstico de adenoide aumenta em crianças é construído em três etapas: história clínica detalhada, exame físico e exame complementar específico. A nasofibrofaringoscopia — um endoscópio flexível e fino que entra pelo nariz — permite visualizar a adenoide diretamente e medir o quanto ela ocupa da nasofaringe. é mesmo o exame de escolha, mas em crianças com história muito típica e dentro da faixa etária de 2 a 5 anos, eu acabo ainda utilizando o RX de cavum por ser muito melhor tolerado. Bebês não costumam ter a adenoide aumentada e nessa faixa etária, a nasofibrofaringoscopia acaba sendo mais importante, assim como em crianças a partir de 6 anos em que o RX perde muito a precisão.

Eu sei que muitos pais ficam preocupados quando ouvem que vamos passar um aparelhinho pelo nariz da criança. É uma reação completamente compreensível. Costumo mostrar o equipamento antes, deixar a criança tocar, explicar passo a passo o que vai acontecer. Quando há colaboração, o exame é rápido — geralmente menos de um minuto — e bem tolerado. Em alguns casos, em crianças muito pequenas ou com mais ansiedade, conversamos sobre alternativas.

Em alguns cenários, complemento a investigação com avaliação audiológica (para verificar se há perda auditiva por otite com efusão) e, quando suspeito de apneia obstrutiva mais importante, podemos indicar polissonografia. Cada criança traz uma combinação única de sinais — e o exame que pedimos depende disso, não de um protocolo automático.

Adenoide e a noite: ronco, sono e qualidade do dia seguinte

Se eu pudesse pedir aos pais que prestassem atenção em uma única coisa, seria no sono. O sono da criança conta muito sobre o que está acontecendo nas vias aéreas dela. Quando a adenoide aumenta em crianças, a obstrução piora durante a noite — pela posição deitada, pelo relaxamento muscular do sono — e aparecem ronco, respiração ruidosa, esforço respiratório, suor, sono agitado, e em casos mais graves pausas respiratórias (apneia obstrutiva).

Meu filho ronca todas as noites — isso é normal?

Roncar com frequência não faz parte do sono saudável da criança. Ronco habitual, alto, com pausas ou despertares, é sinal de obstrução das vias aéreas e merece avaliação. A apneia obstrutiva pediátrica é causada principalmente por hipertrofia de adenoide e amígdalas e impacta o crescimento, o comportamento e o desempenho cognitivo. Não é sobre estética — é sobre desenvolvimento.


crianca com adenoide aumentada dormindo de boca aberta

O que mais vejo é a frase: “ela ronca, mas é fofo”. Eu entendo o carinho da família por aquele som, mas precisamos olhar para o que está acontecendo por trás dele. Quando o ronco é diário, o sono é entrecortado e os pais relatam que a criança acorda cansada, vale a investigação. A SBP descreve, inclusive, uma associação direta entre apneia do sono na infância e prejuízos cognitivos, comportamentais e de crescimento. Não é exagero clínico — é literatura científica consolidada.

Otites de repetição e adenoide: a conexão que muitos pais desconhecem

Aqui é um ponto que costuma surpreender: a adenoide não fica perto só do nariz, ela está bem ao lado do orifício da tuba auditiva — o canal que liga o ouvido médio à nasofaringe e que é responsável por equalizar a pressão e drenar secreções do ouvido. Quando a adenoide cresce ou inflama, ela pode obstruir esse canal, e o ouvido médio passa a acumular líquido (otite média com efusão) ou a infectar com mais frequência.

Otites de repetição podem ter relação com adenoide?

Sim. A adenoide aumentada pode obstruir a tuba auditiva e dificultar a drenagem do ouvido médio, favorecendo otites de repetição e otite com efusão. Em crianças com episódios recorrentes, sobretudo associados a perda auditiva por efusão persistente, a adenoidectomia entra entre as condutas reconhecidas internacionalmente. As indicações foram revisadas pela American Academy of Otolaryngology–Head and Neck Surgery (AAO-HNS).

É comum eu pedir aos pais que tragam o cartão de vacina e a lista de antibióticos que a criança tomou nos últimos 12 meses. Quando vejo quatro, cinco, seis cursos de antibiótico em um ano, com sintomas voltando logo depois, o sinal de alerta acende. Não para sair operando — para investigar a causa de fundo. E muitas vezes essa causa é uma adenoide grande que ninguém olhou.

Para entender melhor o cenário das infecções de ouvido em crianças, recomendo ler também o artigo sobre dor de ouvido em crianças ou conhecer a página de especialidade sobre otites de repetição.

Tratamento clínico: quando o remédio resolve (e quando não)

Antes de pensarmos em cirurgia, costumo investir em tratamento clínico — desde que a criança não esteja em situação grave (apneia importante, complicações cardiopulmonares, perda auditiva significativa). Nessas situações de menor gravidade, a abordagem inicial costuma envolver:

  • 1. Lavagem nasal com soro fisiológico — simples, segura e mais eficaz do que muitos pais imaginam. Ajuda a reduzir secreção, alérgenos e a inflamação local.
  • 2. Controle das alergias respiratórias, quando presentes — porque rinite alérgica mal controlada alimenta a inflamação da adenoide.
  • 3. Corticoide nasal tópico, em situações específicas e por tempo determinado, sob orientação médica. Em parte das crianças, ele reduz o tamanho funcional da adenoide.
  • 4. Tratamento de infecções agudas com antibióticos quando há indicação clara — adenoidite bacteriana, sinusite bacteriana — e por tempo adequado.
  • 5. Acompanhamento próximo, geralmente em consultas de retorno em 6 a 8 semanas, para ver se os sintomas estão respondendo. Normalmente, após a primeira consulta, eu peço um retorno em torno de um mês, com os exames solicitados quando for o caso, para avaliar a resposta ao tratamento. Se estiver indo bem, as consultas de seguimento são a cada 2-3 meses, se não teve melhora significativa discutimos alternativas e as consultas de seguimento são mais próximas.

O raciocínio clínico que sigo, e que costumo explicar aos pais, é mais ou menos esse:

  • Se a criança tem sintomas obstrutivos sem complicações graves, então começamos com manejo clínico estruturado por algumas semanas.
  • Se houve melhora consistente, então seguimos com manutenção e acompanhamento periódico.
  • Se não houve melhora, ou se os sintomas pioraram, então reavaliamos critérios cirúrgicos.
  • Se a criança chega já com apneia obstrutiva, otite com efusão prolongada ou alterações craniofaciais documentadas, então a discussão sobre adenoidectomia entra mais cedo.

como avaliar a necessidade da cirurgia de retirada da adenoide

Para apoiar a higiene nasal de quem está nesse caminho clínico, vale ler o material que escrevi sobre lavagem nasal com soro fisiológico, que é parte importante da rotina da família.

Quando consideramos a cirurgia (adenoidectomia)

A adenoidectomia entra no plano quando o tratamento clínico não dá conta ou quando a criança apresenta indicações que, isoladas, já justificam a cirurgia. Os critérios que usamos no Brasil seguem de perto os parâmetros publicados pela AAO-HNS. Os principais são:

  • 1. Apneia obstrutiva do sono associada à hipertrofia de adenoide (e/ou amígdalas).
  • 2. Otite média com efusão persistente por mais de 3 meses, especialmente quando associada a perda auditiva ou indicação de tubo de ventilação.
  • 3. Episódios recorrentes de rinossinusite purulenta — quatro ou mais em 12 meses, em criança com menos de 12 anos, com pelo menos um episódio documentado.
  • 4. Adenoidite crônica que persiste após dois cursos adequados de antibiótico, sendo um deles com cobertura para cepas produtoras de beta-lactamase.
  • 5. Distúrbio respiratório do sono com obstrução nasal por pelo menos 3 meses.
  • 6. Alterações no crescimento dento-craniofacial documentadas por dentista ou ortodontista.
  • 7. Voz hiponasal persistente, halitose crônica ou complicações cardiopulmonares (mais raras).

Meu filho precisa operar a adenoide?

A indicação de adenoidectomia é individual e considera os sintomas, o impacto na qualidade de vida, o tempo de evolução e a resposta ao tratamento clínico. Não existe uma idade mínima ou um tamanho absoluto que decida. O peso vai para o conjunto: ronco com apneia, otites de repetição com perda auditiva, sinusites recorrentes, alterações craniofaciais — tudo entra na conversa.

Quando a indicação aparece, sento com os pais e converso sobre o procedimento, os benefícios esperados, os riscos, o pós-operatório. Sei que ouvir que o filho precisa de cirurgia assusta. Tento dar o tempo necessário para que cada dúvida seja respondida — e, se vocês precisarem de mais uma consulta só para conversar, sem pressa de decidir, isso também é parte do trabalho. Para quem quer aprofundar nos detalhes do procedimento, vale visitar a página específica sobre cirurgia de adenoide em criança.

Após a adenoidectomia: imunidade, recuperação e retorno à rotina

A imunidade da criança cai depois da adenoidectomia?

Essa é uma das perguntas mais frequentes — e a resposta, baseada em evidências e reforçada pela própria SBP, é não. A adenoide é uma peça de um sistema imunológico amplo, que envolve linfonodos, baço, fígado, glóbulos brancos e outros tecidos linfoides. Quando a remoção é indicada, ela não deixa a criança “desprotegida”. Estudos clínicos e revisões consistentes não mostraram queda de imunidade após o procedimento.

Em quanto tempo a criança volta à rotina?

A adenoidectomia é uma cirurgia rápida, geralmente em torno de 30 minutos, sob anestesia geral. Na maior parte dos casos, a criança recebe alta no mesmo dia ou no dia seguinte. A recuperação leva, em média, uma semana. Nos primeiros dias podem aparecer dor leve, mau hálito, voz fanhosa transitória e nariz entupido. A volta à escola e às atividades é orientada caso a caso.

Costumo orientar os pais a manter a criança em casa por cerca de uma semana, hidratada e atentos a sinais de alarme — sangramento, febre alta persistente, dor sem alívio. Não prescrevo ibuprofeno de rotina e geralmente não é necessário medicamento para dor na cirurgia de Adenoide. Se a criança apresenta algum incômodo, geralmente indicamos dipirona ou paracetamol. O ibuprofeno entra meio que parecido com a aspirina no pós operatório por ter um risco teórico de aumentar a chance de sangramentos.

Outra coisa que percebo é que muitos pais relatam, nas semanas seguintes à cirurgia, que a criança “virou outra”: dorme em silêncio, acorda descansada, melhora o humor, ganha apetite, cresce. Não é mágica — é o corpo finalmente conseguindo descansar como devia. Esse retorno, quando vem, é uma das partes mais gratificantes do que faço.

Quando levar seu filho ao otorrinolaringologista pediátrico

Se você está lendo este texto porque desconfiou de algum sinal no seu filho, eu já te digo: confiar nessa percepção é um bom começo. Os pais costumam ser os primeiros a notar que algo não está certo, mesmo antes de conseguir nomear. Procurar o otorrinolaringologista para crianças e adolescentes é o caminho para entender se o que vocês estão vendo se encaixa em adenoide aumentada em crianças ou tem outra explicação. Outras causas existem — rinite alérgica, desvio de septo, hipertrofia de amígdalas, alergia alimentar, fatores ambientais — e a investigação organizada faz diferença.

Algumas situações merecem avaliação sem demora: pausas respiratórias durante o sono, perda auditiva percebida pelos pais ou pela escola, otites recorrentes, atraso no ganho de peso ou crescimento, alterações importantes no comportamento e no rendimento escolar. Isso não significa que será necessariamente cirurgia. Significa que a criança precisa ser olhada com atenção.

Esse texto, como qualquer conteúdo de blog, não substitui uma consulta presencial. Cada criança é uma criança, e a conduta certa nasce do encontro entre vocês, eu e o exame clínico. Se essa conversa fez sentido, vamos juntos.

Sobre a autora:

Dra. Milene Massucci Bissoli é otorrinolaringologista (CRM 125007 SP | RQE 57203) com subespecialização em Otorrinopediatria e Foniatria. Graduou-se em Medicina e fez residência, doutorado e área de atuação na Universidade de São Paulo (USP). Realizou estágio no Massachusetts Eye and Ear Hospital, vinculado à Harvard Medical School, e foi pesquisadora visitante na University of Sheffield, com foco em células-tronco. Atende crianças, adolescentes e adultos em São Paulo, com foco principal em otorrinolaringologia pediátrica.

Fontes consultadas:

  • Sociedade Brasileira de Pediatria. Adenoide. Departamento Científico de Otorrinolaringologia. Atualizado em dezembro/2023. sbp.com.br
  • American Academy of Otolaryngology–Head and Neck Surgery. Clinical Indicators: Adenoidectomy. entnet.org
  • NHS. Adenoidectomy. Última revisão em março/2023. nhs.uk
  • MedlinePlus, U.S. National Library of Medicine. Adenoids — Enlarged Adenoids — Adenoid Removal. Última atualização em janeiro/2024. medlineplus.gov

Aviso médico (Resolução CFM 2.336/2023): conteúdo educativo, informativo e científico, sem caráter promocional. Não substitui consulta médica presencial. As condutas descritas variam conforme a avaliação individual de cada criança. Responsável técnica: Dra. Milene Massucci Bissoli — CRM 125007 SP | RQE 57203.

Milene Bissoli
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Dra. Milene
Bissoli
 
Otorrino particular em São Paulo com atendimento personalizado, em moderna clínica no bairro de Perdizes e Higienópolis.
  • Graduação, Especialização e Doutorado em Otorrinolaringologia pela USP
  • Membro da Academia Brasileira de Otorrino Pediátrica
  • Pesquisadora do “Centre for Stem Cell Biology” da Universidade de Sheffield, Reino Unido
  • Estágio no "Eye and Ear Hospital", Boston, EUA
  • Albert Einstein
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Tatiana Assunção
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05/09/2023
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Isabel cristina souza
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31/08/2023
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Virginia Camargo
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21/08/2023
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Paulo Tostes
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Edu Yamamoto
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16/06/2023
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